Metade dos animais de estimação Japonesa atinge a “3ª idade”

Segundo um artigo noticiado no The Asahi Shimbun, cerca de metade dos cães Japoneses têm pele menos sete anos de idade. Um oficial da Associação Japonesa de Produtores de Alimentos para Animais de Companhia referiu as dietas mais cuidadas como a causa responsável pela alta taxa de cães idosos, bem como melhores cuidados de saúde e a vida em ambientes mais seguros para eles. A Associação levou a cabo uma consulta online a pessoas com idades entre os 16 e os 69. Um total de 4235 respostas foram obtidas. Entre as pessoas que responderam, 19,2% afirma ter cães enquanto 14,7% tem gatos. Segundo estas estatísticas pode concluir-se que o Japão tem 12 milhões de cães e 12,46 milhões de gatos. O estudo mostrou que em lares com duas ou mais pessoas, 49% dos cães tinha pela menos assoprado a sétima vela, enquanto que cães cujos donos vivem sozinhos essa taxa era de 45%! Concluiu-se ainda que mais de 60% dos cães e cerca de 80% dos gatos vivem dentro de casa.

 

01-08-2008 |

Índia

Em Bihar, estado do Leste da Índia, um cão, de nome Chhotu, vai pela segunda vez a tribunal, acusado pelas autoridades de vários ataques a pessoas. Segundo a sua dona, uma senhora com cerca de 70 anos, o cão está inocente e só ataca quem quer invadir a sua propriedade e, por esse motivo, pede clemência para o seu fiel amigo. O Chhotu era propriedade da sua mãe, que morreu há poucos meses e que retirou o cão da rua no ano de 2001, numa altura em que era apenas mais um cachorro abandonado. Desde a morte da mãe, a senhora passou a residir no mesmo espaço, unicamente acompanhada pelo cão, que diz ser a sua única companhia e proteção. A versão da acusação é um pouco diferente e acusa o animal de morder indiscriminadamente quem encontra na rua. E alega mesmo que, já no ano de 2003, o cão tinha sido condenado à morte, mas a intervenção de uma ONG de proteção dos animais conseguiu que a pena fosse comutada. Numa primeira sessão do julgamento, o cão esteve sempre tranqüilo, não mordeu ninguém nem ladrou ou latiu. Nesta fase, como se compreende, este comportamento do animal ajuda a corroborar a versão da dona, que utiliza esse fato para provar que o cão não é agressivo e que, antes pelo contrário, é bastante tranqüilo e pacífico. Uma nova sessão do julgamento está agendada para o próximo dia 5 de Agosto e, aparentemente, o cão parece estar a levar a melhor sobre a acusação! Este julgamento está a suscitar interesse a nível mundial, estando a decorrer na Internet uma petição para que o animal seja ilibado dos crimes de que é acusado. Se tiver interesse em consultar ou assinar a petição, pode fazê-lo aqui Veja o endereço Site abaixo.

 

http://www.thepetitionsite.com/1/save-chhotu