O seu cão arrasta o rabo pelo chão?

Já se perguntou por que é que o seu cão toma esta atitude? Descubra como uma situação por vezes simples de resolver pode pôr em causa o bem-estar do seu melhor amigo.

Tanto os cães como os gatos têm em volta do ânus pequenas estruturas glandulares designadas sacos anais que produzem uma secreção castanha de odor intenso, característico de cada indivíduo, usada para marcação de território. Esta é também responsável por estes animais cheirarem a região anal quando se encontram com outros.As patologias dos sacos anais são pouco freqüentes em gatos mas atingem cerca de 12% da população canina, com destaque para as raças pequenas como Chihuahuas ou Poodles Miniatura. A incidência está também aumentada em cães obesos.

Os sinais mais comuns incluem: arrastar o rabo pelo chão, lamber a região anal e perseguir a própria cauda como manifestação de desconforto.

Em situações normais os sacos anais são comprimidos durante a defecação e o seu conteúdo drenado acompanhando as fezes para o exterior. Quando isto não acontece as secreções acumulam-se no interior dos sacos e solidificam, situação designada por Impactação. A permanência das secreções solidificadas dentro dos sacos vai criar uma inflamação – Saculite – predispondo à instalação de microorganismos e infecção que pode resultar na formação de Abscessos.

As causas deste tipo de patologias não são muito claras, mas relaciona-se quase sempre com alguma estase do conteúdo dos sacos por obstrução dos ductos de drenagem ou por diminuição do tônus muscular da região anal. A emissão crônica de fezes moles, dietas ricas em gordura, parasitoses, diarréias, hipersecreção das glândulas ou disfunção do esfícer anal externo parecem ser alguns dos fatores predisponentes.

Os sintomas podem incluir:

- Febre, em caso de saculite ou abscesso;

- Tenesmo (tentativas de defecação dolorosas);

- Dor e desconforto na região anal;

- Corrimentos purulentos ou sanguinolentos com origem nos sacos;

- Cheiro anormalmente desagradável na região anal.

O tratamento de uma situação de impactação é extremamente simples resumindo-se à compressão manual dos sacos anais promovendo a sua drenagem. Em caso de saculite ou abscesso o caso complica-se sendo obrigatório o recurso a anti-sépticos, antiinflamatórios, antibióticos e cirurgia. Em casos de recidiva pode ser aconselhável a cirurgia para remoção dos sacos anais.

Em cães com tendência a desenvolver este tipo de situações podem ser tomadas algumas medidas como preferir dietas ricas em fibra, evitar o excesso de peso e ter atenção às manifestações de desconforto do animal quando os sacos precisam ser drenados.

Caros Amigos

 

Estarei participando do Programa Globo Repórter da próxima sexta feira 19 de setembro de 2008, as 22h10 horário de Brasília.

Caso possua TV. por assinatura do Globo Internacional sugiro que consulte o horário de apresentação em sua cidade. Ou assista ao vídeo pelo site WWW.globo.com/globoreporter, que estará disponível as 00h horário de Brasília sábado 19 setembro de 2008.

Informe aos amigos. Visite o Blog do Jóca. http://blogdojoca.wordpress.com/

 

Veja a chamada do programa,

 

http://globoreporter.globo.com/Globoreporter/0,19125,VOT0-2703-20190-4,00.html –> site do programa sobre Amizade

 

http://globoreporter.globo.com/ –> site do programa Globo Reporter

 

 

Atenciosamente

 

Walter e Jóca                                   

Parceiros da Vida

 

COMO FAÇO PARA ME TORNAR UM TREINADOR DE CÃES-GUIAS? VOCÊS DÃO ESSE TREINAMENTO?

Nosso treinador e responsável técnico fizeram esse curso, mas para tal passou três anos morando na Nova Zelândia, trabalhando/ e recebendo treinamento em tempo integral para conseguir o diploma de Treinador de Cães-Guias.

Nossa escola, por ainda estar se estruturando e em início de atividades, não tem condições de assumir algum aprendiz, devendo dedicar-se às muitas prioridades ainda por resolver.

É importante também notar que existem duas qualificações: a de Treinador de Cães-Guias (que treina o cão e o prepara até o momento de ser alocado ao cego) e a de Instrutor de Cães-Guias e Cegos (que treina o cego a usar o cão-guia). O curso de treinador é requisito fundamental para se obter o diploma de instrutor.

O curso da Nova Zelândia, por exemplo, tem o aval da Federação Internacional de Escolas de Cães-Guias, e por isso tem que cumprir vários requisitos. Todos os requisitos visam a assegurar alta qualidade ao treinamento dos profissionais, mas também significa que, para uma escola que está apenas começando, é pouco prático iniciar esse lado do trabalho antes de atender às necessidades das pessoas que precisam de cães-guias.

Seja um instrutor de Cães Guias de Cegos

Jovens, com domínio da língua inglesa, curso universitário completo em qualquer formação, com disponibilidade para residir no exterior por 3 anos, podem candidatar-se a uma vaga em nossa Escola.

Entrar em contato:

http://www.caoguia.org.br/miscelaneas.htm

 

* A raça: as mais utilizadas são: Labrador Retriever, Golden Retriever e Pastor Alemão.

* Como educar um cão: seleciona-se matrizes, levando em conta a saúde, o temperamento e fatores genéticos do cão.

* Humanização do cão: a partir da oitava semana até um ano de vida, o filhote precisa ser adotado por uma família voluntária para que haja a sua humanização.

* Treinamento do cão: é feito na escola, a partir de um ano, e leva de três a cinco meses.   

DICAS PARA ADESTRAMENTO

Setembro 15, 2008

DICAS PARA ADESTRAMENTO


1- Acostume seu cão a atender comandos firmes em tom de voz normal, não grite;


2- O cão aprende por repetição por isso é importante não alterar o tom da voz;


3- Dado uma ordem faça o cão cumpri-la mesmo que você não a deseje mais;


4- O nome do cão deve significar alegria sempre o chame com firmeza mas com tom de voz carinhoso, nunca nervoso;


5- Prenda a atenção do cão não deixe ele se distrair;


6- Não repreenda o cão gritando ameaçando com a

mão ou batendo com algum objeto,essa atitude não corrige provoca desrespeito e desconfiança que em alguma ocasião poderá não cumprir o comando aqui ou mesmo esboçar uma reação contra seu condutor;

 
7- Não utilizar equipamento de dar choque;


8- Não usar colar de espinho com garras;


9- Não esfregar o focinho do cão no local aonde ele fez coisa errada;


10- Não bater com o joelho no peito do cão (pode machucar) ou bater no focinho ( pode reagir rosnando);


11- Não corrigir batendo com o chinelo ou outro objeto contra o cão, a correção é sempre com a voz ou o uso da guia de adestramento;


12- A correção de algum comportamento inadequado tem que ser no ato;


13- Não repreender o cão com ira como se ele fosse o único errado quando na verdade o adestrador provavelmente não ensinou corretamente o exercício;

14- Não ameaçar com a mão para punir o cão; ao contrario a mão deve ser para o cão uma inesgotável fonte de carícias gerando confiança e obtenção de bons trabalhos do animal.( o cão agredido com mão futuramente poderá reagir contra o dono ao um simples gesto de seu braço);


15- O cão que aprende com coerção e sem prazer executará o comando, entretanto quando menos se espera ele faz tudo errado por nervosismo e insegurança;


16- O estímulo positivo deve ser superior ao estímulo negativo após conseguir hábitos adequados;


17- Não devemos falar alto gritando repetidamente o que dificulta o entendimento do cão tornando – o irritado pela sua sensibilidade auditiva;


18- A guia utilizada no adestramento poderá ser de lona ou couro, nos tamanhos de 1,00 mt, 1,20 ou 1,50 mts.

Benefícios de Brincar com o seu cão- Permite que o cão se avalie e se compare com quem está ao redor.
- Constrói e estreita laços afetivos
- Alivia o estresse e relaxa
- Estimula o corpo e a mente
- Diminui o tédio
- Remove inibições
- Aumenta a confiança nos parceiros
- Socializa com relação a pessoas, outros cães e animais em geral
- Corrigi distúrbios comportamentais
- Ensina controlar a força da mordida
- Exercita a mandíbula
- Limpa os dentes

Relação Dono X Cão

Segundo trabalho apresentado em 2003 no congresso da American Veterinary Society of Behavior, a adoção de determinado brinquedo pelo cão tem a ver com a participação do dono, o brinquedo preferido é aquele que foi utilizado com maior interação entre o cão e o dono.

O CÃO DO DEFICIENTE AUDITIVO

Setembro 11, 2008

O CÃO DO DEFICIENTE AUDITIVO


O cão do deficiente auditivo tem como função alertar seu dono para diversos sons tais como campainhas, alarmes de incêndio, buzinas, entre outros. A fundação responsável pelo treinamento destes cães na Holanda, a Soho, foi fundada em 1984 e este país é atualmente o maior possuidor de cães trabalhando nesta função. Os Países Baixos normalmente importam os cães que serão treinados da Grã-Bretanha e as raças mais utilizadas neste trabalho são o collie barbado (bearded collie), o golden retriever e welsh corgi cardigan e pembroke embora em outros países outras raças podem ser utilizadas. Há casos, nos Estados Unidos, de Pugs treinados para esta função. Entretanto, este caso representa a exceção e não a regra.Muitos donos de cães que passam a necessitar de um cão para deficiêntes auditivos por consequência de um acidente, muitas vezes preferem que seus próprios cães sejam treinados para ajudá-los. Dessa maneira muitos cães de raças variadas acabam sendo utilizados para esta e outras funções.

A principal exigência de um cão de deficientes auditivos é a sua adaptabilidade aos comandos de voz, uma vez que a voz de seus donos geralmente é distorcida (portadores de deficiência auditiva freqüentemente não aprendem a falar corretamente).

 

O CÃO DISCÍPULO

Setembro 11, 2008

O CÃO DISCÍPULO


Esta é uma categoria de cães de salvamento quase extinta atualmente. Também chamados de cães de busca de feridos, os cães discípulos constituem uma classe praticamente desconhecida, estes cães, eram soltos após uma batalha para percorrer o campo em busca de sobreviventes feridos que de outra maneira seriam deixados para morrer. Os cães discípulos percorrem o campo e diferenciam os mortos dos feridos e, quando encontram um ferido levam para os outros soldados um objeto que pertencente à pessoa ferida para avisar às tropas de que encontraram alguém.

Os primeiros a treinar cães para esta função foram os egípcios. Os europeus só começaram a treiná-los no final do século XIX quando o belga Van de Putte criou a primeira empresa do cão discípulo no continente, outros países o imitaram depois. A última grande atuação desses cães se deu durante as guerras mundiais do século XX.

Estudo revela como fazer cães e gatos conviver sem briga

Maior causa de brigas é dificuldade de comunicação entre as espécies.
Pesquisadores da Universidade de Tel Aviv, em Israel, parecem ter descoberto o segredo para que gatos e cachorros convivam bem na mesma casa. De acordo com o estudo, se o gato for adotado antes do cão e se os dois forem apresentados enquanto jovens (menos de 6 meses para o felino e um ano para os cachorros), há uma maior probabilidade de que eles se dêem bem.
“Esta é a primeira vez que alguém faz uma pesquisa científica sobre bichos de estimação que vivem na mesma casa”, afirma Joseph Terkel, professor do Departamento de Zoologia da Universidade de Tel Aviv e líder da pesquisa.
Para conduzir o estudo, os cientistas entrevistaram cerca de 200 pessoas que tinham gatos e cachorros convivendo na mesma casa e filmaram o comportamento dos animais.
Depois de analisarem os vídeos, os pesquisadores da Universidade de Tel Aviv concluíram que, em determinadas condições, o bom relacionamento entre as duas espécies é possível.
Segundos os dados computados pelos cientistas, em dois terços das casas havia uma boa convivência entre as espécies, enquanto brigas foram observadas em apenas 10% dos casos

O Labrador Retriever, ou simplesmente Labrador, é originário de Newfoundland ou Terra Nova, na costa oriental do Canadá, onde era utilizado pelos pescadores para puxar as redes para a terra.

 

Para evitar que fosse confundido com outra raça da região, o Newfoundland (bem maior e mais pesado que o Labrador), era chamado simplesmente de Labrador.

Das costas canadenses, foi introduzido na Inglaterra aproximadamente em 1830, onde, em função de seu excelente faro, ganhou novas atividades, sendo considerado excelente como cão de caça. É um retriever por natureza, ou seja, atua em dupla com o homem durante as caçadas, esperando o dono atirar na ave para depois ir buscá-la com rapidez. O cão deve sempre entregá-la intacta. Para cumprir sua tarefa o

 

Labrador é capaz de enfrentar qualquer tipo de obstáculo, seja na terra ou na água, onde por ser um excelente nadador, sai-se muito bem.
 

Personalidade

São 3 as cores permitidas pelo padrão da raça: o preto, amarelo e chocolate. Sua pelagem é curta e espessa e requer poucos cuidados especiais por parte dos donos.

Por suas qualidades como cão afável, carinhoso e extremamente amigo das crianças, a popularidade do Labrador cresceu de maneira muito consistente, sendo há anos o número 1 em registros nos EUA e na Inglaterra.

 

Dedicação e apego são marcas registradas da raça, assim como a inteligência e a facilidade de aprendizado. Segundo o ranking elaborado por Stanley Coren, em seu livro A Inteligência dos Cães o Labrador ocupa a 7ª posição no que se refere à obediência para o trabalho, o que ampliou ainda seu “campo de trabalho.

 

É eu excelente guia para cegos e atua como cão farejador à procura de drogas em muitos aeroportos.

É extremamente dedicado ao dono e segundo o padrão da raça, sem nenhum grau de agressividade. Têm também grande necessidade de estar junto com os donos, seguindo seus passos por todos os lugares. Realmente não gosta de ficar sozinho, podendo produzir grandes estragos na casa em função disso, como destruir os jardins e almofadas.


Os Filhotes

O Labrador esbanja energia e está sempre disposto à brincadeiras, especialmente as que evocam seu instinto caçador. É capaz de passar horas correndo alucinadamente atrás de uma bolinha atirada pelo dono e devolvendo com a mesma eficiência que teria caso fosse um pato selvagem.

É um cão que precisa de muito exercício, em especial porque a raça tem fortes tendências à obesidade.

Deve ser acostumado à guia desde cedo e, se possível, passar por treinamento de obediência. É um cão que late pouco e na maioria das vezes não

 

estranha nem mesmo pessoas diferentes, sendo por isso pouco recomendável como cão de guarda.

Assim como é afável com as pessoas, o Labrador convive muito bem com outros cães e animais domésticos, sendo recomendável mesmo que seja socializado para poder aumentar a carga de exercícios. Muitos Labradores são hábeis competidores de Agility, sendo também grandes campeões em provas de obediência em todo mundo.


Problemas comuns à raça

 

Até em função de sua popularidade crescente, muitos problemas começam a aparecer, a maioria deles relacionados a cruzamentos geneticamente não-recomendados.

Um dos problemas que se nota com mais intensidade está relacionado ao excesso de agitação dos cães. Cães que latem demais, quebram tudo o que encontram e chegam até mesmo a atacar pessoas.

Ainda não foi encontrado, cientificamente, nada que ligue a cor do cão a possíveis desvios de comportamento, mas de qualquer forma, a maioria dos problemas ocorre com cães amarelos e chocolates (ambos recessivos, sendo o chocolate mais recessivo do que o amarelo). Infelizmente, como cães amarelos vendem mais e os de cor chocolate são bem mais raros e caros, muita gente passou a cruzá-los entre si sem se preocupar com o temperamento – o que causou o nascimento de Labradores problemáticos. Portanto, o ideal ao se pensar em adquirir um Labrador é conhecer suas origens e a seriedade do criador.

Segundo as recomendações da criação, jamais se deve cruzar um exemplar chocolate com um amarelo e nem mesmo dois chocolates por mais de três gerações sucessivas, ou dois amarelos por mais de quatro, sem introduzir um preto. (Cientificamente, essas recomendações são decorrentes de possíveis problemas com a despigmentação das mucosas).

Outro problema genético que pode ser evitado pela seriedade dos criadores é a displasia coxo-femural. Caso vá adquirir um filhote, certifique-se de que os pais tenham sido examinados e que tenham sido aprovados pelas radiografias.

Além da displasia, a osteocondrose (mal que compromete a cartilagem e o osso prejudicando a articulação) também pode aparecer e causar a chamada displasia de ombro (a mais comum) e as de cotovelo, joelho e calcanhar. O problema ainda é pouco conhecido no Brasil. Há duas doenças genéticas que atacam a visão, causando perda progressiva até chegar à cegueira: a Catarata, que ocorre quando o cristalino – parte interna transparente do olho – torna-se opaco; e a Atrofia ou Displasia da Retina, uma degeneração das células da retina.