ASSOCIAÇÃO CÃO GUIA DE CEGO
Janeiro 22, 2009
ASSOCIAÇÃO CÃO GUIA DE CEGO
Lucília A. Grimaldi (presidente)
Rua Lavradio, 74 – apt 31B – CEP 01154-000
e-mail: sparisi@yahome.com.br (assunto: CÃO-GUIA, as mensagens serão encaminhadas à Associação)
São Paulo – SP – telefone: (011) 3667-0288
SAMBUCAN ASSESSORIA CANINA INTEGRAL
Site bem interessante que aborta o tema, endereço: http://www.sambucan.com.br
Estados Unidos
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*Eye Dog Foundations for the Blind, Inc. |
Guide Dogs for the Blind, Inc. |
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Fidelco Guide Dog Foundation |
Southeastern Guide Dogs, Inc. |
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Eye of the Pacific Guide Dog and Mobility Services, Inc. |
*NEADS (New England Assistance Dog Service) |
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Leader Dogs for the Blind |
*The Seeing Eye, Inc. |
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*Guide Dog Foundation for the Blind, Inc. |
Guiding Eyes for the Blind, Inc. |
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Pilot Dogs, Inc. |
*Israel Guide Dog Center For The Blind |
Fora dos Estados Unidos
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Lions Foundation of Canada |
Guide Dogs for the Blind |
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National Service Lions Guide Dogs for the Blind |
Tokyo Dog Guide Association |
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Lions Leader Dog School |
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Autorização para Viajar com seu CÃO – Terreste – Aérea – Maritima
Janeiro 21, 2009
Relacionamos abaixo o procedimento e locais que o interessado deverá contatar para a obtenção de visto para o Transporte de Animais.
Obter no veterinário ou clínica particular, os seguintes documentos:
- Atestado de vacina anti-rábica (somente para animais com mais de 5 meses de idade) que deverá conter os seguintes dados:
Nome do laboratório produtor da vacina;
Tipo de vacina utilizada;
Partida da vacina.
Para a obtenção do Certificado Zoossanitário Internacional ou Nacional o proprietário deverá providenciar o atestado de saúde de seu animal em até 8 dias antes do embarque. Este documento deverá ser enviado aos departamentos abaixo indicados:
Esta vacina deverá ter sido aplicada há à mais de 30 dias e menos de um ano.
Ministério da Agricultura – Serviço de Sanidade Animal
Rua 13 de Maio, 1558 – 3º andar Tels.: (11) 251-0400/5742 Fax: (11) 284-6944
Atendimento: 14:00/17:00 h.
Aeroporto de Guarulhos – Setor Ministério da Agricultura – Serviço de Sanidade de Animal – Telefax: (11) 6445-2800
Atendimento: Diariamente das 08:00 às 12:00 hs e das 14:00 às 18:00 hs h. Inclusive, sábados, domingos e feriados.
Procedimento de trânsito, no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro, para embarque e desembarque de cães e gatos:
Obs.: Outros animais devem deverão possuir autorização prévia do Ministério da Agricultura.
Trânsito Doméstico – GTA Guia de Trânsito Animal
Emitido por Médicos Veterinários particulares, credenciados pelo Ministério da Agricultura e do Abastecimento, listagem à disposição no VIGIAGRO Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro.
Para sua emissão faz-se necessário:
- Exame do animal pelo por um Médico Veterinário credenciado, que emitirá o documento;
- Apresentação do comprovante de vacinação anti-rábica (obrigatória para animais com mais de 3 meses de idade e ter sido aplicada há à mais de 20 dias e menos de 1 ano), assinado por um Médico Veterinário. Dados obrigatórios do comprovante de vacinação: etiqueta da vacina constando o laboratório produtor, o tipo e o número da partida.
- Validade do GTA: 03 (três) dias para todo o território nacional.
Para sua emissão faz-se necessário:
- Atestado de Saúde, emitido por um Médico Veterinário, com no máximo com (03) dias de antecedência da data de emissão do CZI.
- Apresentação do comprovante de vacinação anti-rábica (obrigatória para animais com mais de 3 meses de idade e tTer sido aplicada há mais de 20 dias e menos de 1 ano), assinado por um Médico Veterinário. Dados obrigatórios do comprovante de vacinação: etiqueta da vacina constando o laboratório produtor, o tipo e numero da partida.
Validade CZI: 10 (dez) dias para embarque internacional.
Trânsito Internacional – CZI Certificado Zoossanitário Internacional
Emitido pelo Ministério da Agricultura, gratuitamente, no Aeroporto Inter. dDo Rio de Janeiro, no horário de 08:00 às 17:00, de 2ª à 6ª, na sala 1019 – 1º and. – Setor Verde – Desembarque Doméstico.
- Portar Guia de Trânsito Animal GTA
- Portar comprovante de vacinação anti-rábica (obrigatória para animais com mais de 3 meses de idade e tTer sido aplicada à há mais de 20 dias e menos de 1 ano), assinado por um Médico Veterinário. Dados obrigatórios na carteira de vacinação: etiqueta da vacina constando o laboratório produtor, o tipo e o número da partida.
- Validade do GTA: 03 (três) dias para todo o território nacional.
- Portar Certificado Zoossanitário o Internacional, emitido por um Médico Veterinário Oficial do Ministério da Agricultura do paíis de origem.
- Portar comprovante de vacinação anti-rábica (obrigatório para animais com mais de 3 meses de idade e tTer sido aplicada à há mais de 20 dias e menos de 1 ano)
- OS DOCUMENTOS EXIGIDOS PARA O TRÂNSITO INTERNACIONAL DEVERÃO SER APRESENTADOS JUNTO COM O ANIMAL, AOS MÉDICOS VETERINÁRIOS DO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, NAS SALAS DO VIGIAGRO NO SETOR AZUL E VERMELHO DA ÁREA ALFÂANDEGA, PARA VISTORIA E POSTERIOR EMISSÃO DE TERMO DE LIBERAÇÃO PARA A ALFÂNDEGA.
- NA FALTA DE QUALQUER UM DOS DOCUMENTOS EXIGIDOS PARA O TRÂNSITO INTERNACIONAL, O ANIMAL SERÁ DEVOLVIDO À ORIGEM SOB RESPONSABILIDADE DA COMPANHIA AÉREA TRANSPORTADORA.
Vigiagro Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro
TPS 1 Setor Verde 0 sala 1019 – 1º andar – desembarque doméstico
Tel.: 398-3169/3773 – Fax: 393-8099
(Pássaros, macacos, etc.)
Obtenção de informações preliminares do Serviço de Sanidade Animal nos endereços acima.
Deverá Deverão ser obtidas informações diretamente junto à empresa transportadora, aérea, marítima ou rodoviária
Donos podem ajudar cães que têm medo de barulho
Janeiro 1, 2009
Donos podem ajudar cães que têm medo de barulho
A casa está silenciosa e, de repente, ouve-se o estrondo de um rojão na rua. O cachorro passa correndo pela sala e se enfia, tremendo, debaixo do sofá.
Para quem tem cães, a cena acima costuma ser freqüente em dias de jogos de futebol, de chuva com trovões e de celebrações como Réveillon, por exemplo. “É um problema bem comum e pode acarretar outras situações indesejáveis, como fuga ou acidentes”, diz Tânia Parra Fernandes, professora da faculdade de medicina veterinária da Universidade Metodista de São Paulo.
O maior risco, segundo ela, é que, na tentativa de se esconder, os bichinhos batam em vidraças ou armários e acabem se machucando.
Nem todos têm medo. Entre os que têm, segundo Tânia, a causa pode estar em algum acidente que sofreram quando eram pequenos.
“O trauma pode ter sido de um barulho forte que ouviram quando eram filhotes, como cheirarem uma pilha de garrafas que caiu ou estar dormindo debaixo de um carro e alguém ligar o motor. Isso marca o animal”, diz. “O surto pode vir do fato de o animal ter uma audição mais amplificada que a nossa. O som fica mais agudo e incomoda”, completa Neimar Roncati, coordenador de medicina veterinária da Universidade Anhembi Morumbi.
A dica é manter os cãezinhos em locais seguros e oferecer espaços onde eles possam se esconder para que se sintam protegidos. Um conselho importante é tentar condicionar o barulho a uma coisa boa. Ficar com o cachorro no colo, brincar e mostrar que aquela não é uma situação ruim é interessante para que ele a associe a algo tranqüilo. “Por verem as crianças da casa gritando com o jogo de futebol, eles ficam em alerta, acham que o grupo está em perigo. O dono deve mostrar que não está acontecendo nada”, orienta Roncati.
Para abafar o ruído, o algodão no ouvido pode ser uma alternativa, mas é importante que o dono saiba colocá-lo no bicho. “Um profissional deve mostrar como porque o animal pode ter lesões”, diz Roncati. Godot, o boxer da analista de comunicação Luciana Teixeiras, 28 anos, costuma ficar fora de casa. Quando escuta barulhos, arranha a porta, late desesperado e não sossega até que permitam que ele entre. “Ele fica encostado e se acalma. Como fica tremendo, sempre permitimos que entre”, diz ela.
Como ajudar
- Aumente o som de alguma música de modo que se sobreponha ao ruído.
- Exponha o animal ao barulho aos poucos e com segurança. Reúna os amigos, ligue o rádio. Deixe o bicho adaptado a um pouco de “bagunça”.
- Se o animal tem muito medo, é bom ficar com ele em dias críticos como final de Copa do Mundo e Réveillon.
- Procure não deixar o animal sozinho, mas, se não tiver ninguém em casa, deixe-o em um local arejado, com água e comida. O ideal é que ele fique em um lugar onde possa se sentir seguro, de preferência dentro de casa.
- Feche portas e janelas para evitar fugas e acidentes.
- Retire do ambiente em que o cão fica qualquer objeto pontiagudo ou de vidro que possa machucá-lo.
- Procurar um veterinário que receite calmantes alternativos, como acupuntura e homeopatia, pode ser uma boa opção.
Fontes: Tânia Parra Fernandes, professora da Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade Metodista de São Paulo; Neimar Roncati, coordenador de medicina veterinária da Anhembi Morumbi; e Cristiane deToledo Kulcsar, médica veterinária.
Petiscos podem provocar obesidade canina; veja os diferentes tipos
Experimente mostrar um bifinho ou um biscoito para o seu cão e observe a festa que ele faz. Tanta alegria pode ter um preço alto, já que os saborosos petiscos têm grande valor calórico, engordam e podem provocar problemas, como diabetes e colesterol alto.
O conselho dos veterinários é basear a dieta na ração e não oferecer as guloseimas –mesmo aquelas feitas especialmente para eles com freqüência.
“Um biscoito de tamanho médio tem cem calorias. Um cachorro pequeno precisa entre 300 e 400 calorias por dia para manter o peso adequado. Ou seja, o biscoito representa 25% do que deve ser ingerido”, afirma Márcia Jericó, coordenadora do hospital veterinário da Universidade Anhembi Morumbi.
Um engano é o proprietário pensar que o cachorro vai ficar feliz com o agrado. “Presença e atenção do dono fariam melhor efeito”, afirma Eduardo Fava Schmidt, veterinário do Hospital Veterinário Rebouças.
Os biscoitinhos e afins podem ser recompensa por bom comportamento, mas não devem ser dados diariamente. O ideal é que sejam oferecidos, no máximo, quatro vezes por semana, em momentos especiais. “É parte de um projeto educativo, como se fosse um prêmio”, completa Márcia.
Como os petiscos são enriquecidos com gordura, açúcar e sal, não são muito nutritivos. Seu consumo gera energia, mas os animais que já têm uma alimentação adequada não precisam disso, e tudo acaba transformado em gordura. O que ocasiona dor nas costas e problemas graves como diabetes, colesterol alto e triglicérides, explicam os veterinários.
O problema é que os animais tendem a preferir os petiscos e acabam deixando de lado a comida saudável. “No lugar de chocolates e bifinhos, dê carinho. A guloseima faz mal ao animal”, alerta Schmidt. Outro costume inadequado é premiar o bicho com a comida da casa. “Acrescentar qualquer tipo de alimento à ração vai desequilibrar a dieta. É um hábito desnecessário”, diz o veterinário. As latas e os sachês de ração úmida, que tende a ser mais palatável, também não devem ser oferecidos com freqüência.
Tipos de guloseimas para cães
Bifinhos
São feitos de carne desfiada e salgada e podem ter sabor de peito de peru, bacon, frango e carne. São macios e têm vitaminas
Ossinhos de couro de porco
Não são aromatizados e não há acréscimo de calorias. Indicados para filhotes, que brincam mordendo os ossinhos
Chiclete
Feitos com couro bovino e flexíveis. Aromatizados com carne, menta, morango ou bacon, eles são macios, para que os animais mordam e puxem, como um chiclete
Chocolates
São ossinhos de couro de porco com cheiro de chocolate. Há também os de menta, morango, baunilha, entre outros sabores. Alguns são indicados para animais com mau hálito
Biscoitos
São feitos de leite, farinha de trigo, proteínas, vitaminas e cálcio. Podem ter sabor de espinafre, cenoura ou fígado, por exemplo
Pastas de carne
Podem ser acrescentadas à ração para dar sabor e vêm em sachês ou latas
Quando dar guloseimas ao seu animal
- Como prêmio por algum feito ou bom comportamento
- Como parte de um processo educativo
* Mesmo nessas condições, não é recomendado dar guloseimas mais de quatro vezes por semana
Guloseimas em excesso podem provocar
- Excesso de peso
- Acúmulo de gordura no fígado
- Diabetes
- Colesterol alto
- Hipertensão
- Excesso de gordura no sangue
São proibidas para os animais
- Obesos
- Com doenças cardíacas
- Com doenças nos rins
- Com problemas hepáticos
Fontes: Márcia Jericó, coordenadora do Hospital Veterinário da Anhembi Morumbi, Eduardo Fava Schmidt, veterinário do Hospital Rebouças e Amarílis Pianelli, veterinária
Cães feridos em combate ganham hospital de US$ 15 mi nos EUA
Janeiro 1, 2009
22/10/2008
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15h02
Cães feridos em combate ganham hospital de US$ 15 mi nos EUA
da Associated Press, em San Antonio
Um hospital veterinário de US$ 15 milhões para militares de quatro patas foi inaugurado nesta semana na base da Força Aérea de Lackland, nos Estados Unidos. O local disponibiliza tratamentos médicos de ponta para cães feridos em combate.
| Eric Gay/AP |
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| Cão faz fisioterapia no novo hospital militar veterinário localizado na base da Força Aérea de Lackland, nos Estados Unidos |
Cães alocados nas Forças Armadas e na Administração de Segurança em Transporte são treinados na base para encontrar explosivos, drogas e minas. Cerca de 2.500 cachorros trabalham nas unidades militares atualmente e 750 estão em treinamento em Lackland.
Como soldados e fuzileiros navais em combate, cães militares são vítimas de ferimentos de guerra e sofrem com a rotina de testes físicos que garantem sua permanência segura na ativa.
Cães feridos no Iraque ou no Afeganistão recebem atendimento de emergência no campo de batalha e são enviados à Alemanha para cuidados posteriores. Se necessário, agora serão mandados para a base de Lackland, em San Antonio, para tratamentos mais avançados.
“Somos como o hospital Walter Reed do mundo veterinário”, afirma o coronel do Exército Bob Vogelsang, diretor do hospital para os cães, referindo-se ao centro médico militar em Washington que cuida de militares em estado grave que voltaram do Iraque do Afeganistão.
Se a recuperação for completa, o cão pode voltar às áreas de combate.
