VÍDEO>>O treinamento de um cão para o agility.

 

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Onça se esconde em árvore após fugir de queimada em Corumbá – MT

Animal foi acuado por um cachorro e está desde a madrugada no local.
Presença do felino mobilizou moradores da cidade.

Uma onça está no alto de uma árvore, desde a madrugada deste domingo 17 setembro 2009, após ser acuada por um cachorro no bairro Aeroporto, em Corumbá (MS). Segundo informações do Corpo de Bombeiros, o animal teria aparecido na cidade na tentativa de fugir das queimadas na região.

Ainda de acordo com os bombeiros, o animal é um macho adulto e foi descoberto por um morador da região, quando seguia para o banheiro de sua casa, que fica do lado de fora do imóvel, na noite deste sábado (16). “Foi um susto grande”, disse o motorista Manoel Correa, o primeiro a ver o animal de perto.

Policiais militares e bombeiros tentam, desde então, capturar a onça, que chegou a ficar acuada por um cachorro. Na tentativa de fugir do canino, o felino subiu em uma caixa d’água e depois na copa da árvore.

Os bombeiros tentaram fazer com que o animal descesse da árvore jogando jatos de água, mas a onça acabou subindo mais ainda. Neste momento, está a uma altura de dez metros.

A surpresa atraiu a atenção dos moradores da região. Os policiais aguardam o apoio da equipe da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e do Instituto Brasileiro do Meio
Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), que teria dardos tranqüilizantes e uma rede para capturar o animal.

VEJA  VÍDEO

http://deolhos.blogspot.com/2009/05/com-medo-de-cachorro-onca-sobe-em.html

Segunda-feira, Julho 20, 2009 Cérebro: Cão ajuda mulher a descobrir aneurisma Ela decidiu fazer exames após ‘Jacques-Pierre’ ter lambido sua cabeça. Exames mostraram que ela tinha um aneurisma do tamanho de uma noz. A norte-americana Mary Phillips disse na semana passada que o cão chamado ‘Jacques-Pierre’, animal de estimação de sua amiga e colega de trabalho Pat Harlan, salvou sua vida, segundo reportagem do jornal “St. Louis Post-Dispatch”. À esquerda, Pat Harlan com seu cão ‘Jacques-Pierre’. À direita, Mary Phillips, que credita ao animal o fato de ter descoberto um aneurisma cerebral. (Foto: St. Louis Post-Dispatch/AP) No ano passado, segundo ela, o animal começou a lamber sua cabeça quando ela estava descansando no chão por causa de uma dolorosa dor de cabeça. Ela contou que a reação de ‘Jacques-Pierre’ a convenceu a fazer exames para saber os motivos das dores constantes. Após passar por exames no Hospital Barnes em Ladue, no estado do Missouri (EUA), os médicos descobriram um aneurisma cerebral do tamanho de uma noz em Mary Phillips, de 56 anos. Ela precisou passar por uma cirurgia de cerca de dez horas. A mulher voltou a trabalhar no Hospital Barnes, onde é enfermeira, dois meses após a cirurgia. Mary afirmou que será eternamente grata ao cachorro de sua amiga. Ela acredita que não foi mera coincidência o fato de “Jacques-Pierre’” ter lambido sua cabeça.

CUIDADO! Esses alimentos podem matar seu cachorro. Bebidas Alcoólicas Muitas vezes são adocicadas e podem atrair cães e gatos, mas podem induzir uma intoxicação séria e às vezes fatal. Sinais e efeitos colaterais: Descordenação, Excitação, Depressão, Urinar excessivamente, Respiração lenta, Ataque cardíaco e morte. Abacate Folhas, semente e a fruta do abacate contem uma substância tóxica chamada persina. Pode causar desarranjo gastrointestinal. Café (todas as formas) Café contem componentes perigosos chamados xantinas que podem causar danos ao sistema nervoso e sistema urinário além de ser um estimulante cardíaco. Cascas de batatas Batatas e tomates contem uma substância chamada solanina e outros alcalóides. Se ingeridos em grande quantidade, podem gerar salivação excessiva, desarranjo do trato gastrointestinal, perda de apetite, depressão do sistema nervoso central e outors sintomas. Evite. Cebola Cebolas contem tiosulfato. Cachorros sensíveis a cebola podem desenvolver anemia. Felizmente todos os cachorros se recuperam quando não ingerem mais cebola. Chocolate (todas as formas) Chocolates contem teobromina, um composto diurético e estimulante do coração. Sinais: Excitação inicial, beber e urinar excessivamente, vômito e diarréia. Chocolate pode causar ritmo cardíaco acelerado, podendo levar a convulsões ou mesmo morte. Comidas estragadas ou mofadas Muitos tipos de mofo contem uma toxina chamada aflatoxina. Pode causar vômito/diarréia, tremores musculares, descordenação, febre, salivação excessiva e danos ao fígado. Comidas gordurosas O problema principal destes alimentos é um desarranjo gastrointestinal e, em alguns casos pode culminar em uma pancreatite. Pode ser fatal em alguns animais e é quase sempre causado por comidas muito gordurosas como bacon. Noz macadâmia A macadâmia contem uma toxina desconhecida que pode afetar os músculos, o sistema digestivo e o sistema nervoso de cachorros. Já foram registrados casos de paralisia. Uvas e uvas passas Existem casos registrados de apenas 6 (seis) uvas ou passas causando insuficiência renal aguda. A toxina não foi identificada ainda. No caso de intoxicação sempre leve ao veterinário mais próximo. Não deixe medicamentos ao alcance de animais. Desculpe se a tradução dos nomes de algumas substâncias químicas não estiver correta. Eu não sou veterinário, mas achei importante passar essa lista o quanto antes possível.

O melhor amigo do homem nasceu a 16000 anos na China Estudo publicado no «Molecular Biology and Evolution» revela dados precisos sobre o aparecimento do cão 2009-09-03 O cão doméstico descende de centenas de lobos O cão doméstico apareceu a 16000 anos no Extremo Oriente. Esta é a conclusão de um estudo realizado por investigadores do Royal Institute of Technology, em Estocolmo, em parceria com uma equipe de cientistas chineses. Terá sido na China que o lobo domesticado se “transformou” em cão. No estudo publicado no jornal «Molecular Biology and Evolution», os investigadores adiantam que o local da sua origem será o sul do rio Yangtze (ou Rio Azul). Já estudos anteriores indicavam que o extremo oriente como local de origem do cão. Contudo, a análise do DNA mitocondrial desses animais ainda não tinha providenciado informação satisfatória sobre as suas origens. A equipe que apresenta agora o estudo analisou o genoma mitocondrial completo de 169 cães para obter a máxima resolução filogenética, bem como a região de controlo de 1543 cães em todo o mundo (exceto América), para obter uma imagem compreensiva da sua diversidade geográfica. Primeiros cães apareceram no sul do rio Yangtze Conseguiram, então, traçar um quadro detalhado das origens do cão. Os investigadores obtiveram provas de este animal tem uma origem única – tanto no tempo como no espaço. Mais, o cão descende de várias centenas de lobos domesticados. Essa estimativa revela também pistas sobre a cultura humana envolvida na domesticação. O espaço físico e temporal do aparecimento do cão doméstico coincide, aproximadamente com a origem e o desenvolvimento da agricultura, o que sugere que terá aparecido quando os primeiros nómadas de sedentarizaram. O estudo revela, igualmente, que os primeiros cães, ao contrário dos seus descendentes europeus, seriam utilizados na alimentação. Artigo: mtDNA Data Indicates a Single Origin for Dogs South of Yangtze River, less than 16,300 Years Ago, from Numerous Wolves, Jun-Feng Pang, Cornelya Kluetsch, Xiao-Ju Zou, Ai-bing Zhang, Li-Yang Luo, Helen Angleby, Arman Ardalan, Camilla Ekstro%u0308m, Anna Sko%u0308llermo, Joakim Lundeberg, Shuichi Matsumura, Thomas Leitner, Ya-Ping Zhang, Peter Savolainen. «Molecular Biology and Evolution», 2009

Terça-feira, 1 de Setembro de 2009 Cão-de-água na base de estudo sobre pêlo encaracolado Sete grandes tipos de pêlo são determinados por variações de apenas três genes 2009-08-31 Bo a correr com Obama Investigadores norte-americanos recorreram ao cão-de-água português para identificar o gene que torna o pêlo de alguns cães encaracolado ou longo e ondulado. Num trabalho publicado na revista Science, esta equipa de biólogos da Universidade de Utah mostra que os sete grandes tipos de pêlo dos cães de raças puras são determinados por variações de apenas três genes (RSPO2, FGF5 e KRT71). “Descobrimos três genes que controlam 90 por cento dos tipos de pêlo que caracterizam as diferentes raças de cães”, explicou Gordon Lark, um dos 20 autores da investigação, integrada num estudo mais vasto dos Institutos Nacionais de Saúde (NIH) dos Estados Unidos. “Ajudamos a identificar o gene que torna o pêlo encaracolado ou ondulado”, precisou Kevin Chase, outro dos autores. Kevin Chase brinca com os seus cães Créditos: Diana Chase, University of Utah Ao analisarem mais de um milhar de cães de 80 raças domésticas, os investigadores descobriram que o RSPO2 é responsável pelo bigode a as longas sobrancelhas, o FGF5 faz com que o pêlo seja curto ou longo e o KRT71 determina se o pêlo é encaracolado ou ondulado. Segundo Lark e Chase, que há anos estudam o cão-de-água português, o gene KRT71 é portador do código que produz queratina 71, uma proteína estrutural do pêlo. Embora ambos estudem os efeitos genéticos deste gene, Lark acha que os outros dois genes envolvidos no tipo de pêlo são mais interessantes por produzirem proteínas reguladoras de uma série de processos nos organismos vivos, e não só do tipo de pêlo do cão, o que os torna relevantes para doenças de cães e humanos. “Os cães partilham muitas doenças e outras características com os humanos”, sendo muito usados há décadas em testes farmacêuticos e médico-fisiológico-bioquímicos, referiu Lark. “Não é por isso surpreendente”, acrescentou, “que partilhem grande parte do seu genoma como o dos humanos”. Projeto Georgie Gordon Clark Por outro lado, segundo o cientista, a manipulação de um cão para atingir determinado objetivo pode torná-lo mais vulnerável ao cancro, a desordens imunológicas e a outras doenças do envelhecimento, reduzindo-lhe a esperança de vida. Na sua perspectiva, o estudo abre pistas sobre como os principais genes reguladores interagem com outros genes para alterar o funcionamento de um animal, podendo eventualmente comprometer a sua longevidade ou funcionamento à medida que envelhece. Gordon Lark desenvolve há anos uma investigação a longo prazo sobre genética canina, conhecida como Projeto Georgie, nome de um cão-de-água português abandonado que adoptou em 1986. Georgie morreu dez anos depois e, quando o investigador procurava um substituto, um criador enviou-lhe o Mopsa, agora com 13 anos, que o levou a estudar a genética da raça. Cães de água portugueses têm clube na América Lark e Chase descobriram que o cão-de-água português é a raça ideal para a investigação genética porque todos estes animais descendem de um pequeno grupo de “fundadores” e podem por isso ajudar a encontrar os genes responsáveis por características complexas, incluindo doenças humanas causadas por interações múltiplas de genes. A raça (que tem um clube na América) ganhou notoriedade no princípio do ano quando o presidente dos EUA, Barack Obama, cumpriu a promessa que tinha feito às filhas e lhes deu o Bo, um cão-de-água português que lhe fora oferecido pelo falecido senador Edward Kennedy. “Como apoiante de Obama, alegra-me que tenha um bom cão”, diz Lark, realçando que o líder norte-americano “tem bom gosto”. http://www.georgieproject.com/ The Georgie Project georgieproject@bioscience.utah.edu University of Utah Department of Biology 257 South 1400 East, Rm. 201 Salt Lake City, UT 84112-0840 Toll Free Ph.: 866-578-5835 Ph.: 801-585-3137 FAX: 801-585-9735 http://www.pwdca.org/