Terça-feira, 1 de Setembro de 2009 Cão-de-água na base de estudo sobre pêlo encaracolado Sete grandes tipos de pêlo são determinados por variações de apenas três genes 2009-08-31 Bo a correr com Obama Investigadores norte-americanos recorreram ao cão-de-água português para identificar o gene que torna o pêlo de alguns cães encaracolado ou longo e ondulado. Num trabalho publicado na revista Science, esta equipa de biólogos da Universidade de Utah mostra que os sete grandes tipos de pêlo dos cães de raças puras são determinados por variações de apenas três genes (RSPO2, FGF5 e KRT71). “Descobrimos três genes que controlam 90 por cento dos tipos de pêlo que caracterizam as diferentes raças de cães”, explicou Gordon Lark, um dos 20 autores da investigação, integrada num estudo mais vasto dos Institutos Nacionais de Saúde (NIH) dos Estados Unidos. “Ajudamos a identificar o gene que torna o pêlo encaracolado ou ondulado”, precisou Kevin Chase, outro dos autores. Kevin Chase brinca com os seus cães Créditos: Diana Chase, University of Utah Ao analisarem mais de um milhar de cães de 80 raças domésticas, os investigadores descobriram que o RSPO2 é responsável pelo bigode a as longas sobrancelhas, o FGF5 faz com que o pêlo seja curto ou longo e o KRT71 determina se o pêlo é encaracolado ou ondulado. Segundo Lark e Chase, que há anos estudam o cão-de-água português, o gene KRT71 é portador do código que produz queratina 71, uma proteína estrutural do pêlo. Embora ambos estudem os efeitos genéticos deste gene, Lark acha que os outros dois genes envolvidos no tipo de pêlo são mais interessantes por produzirem proteínas reguladoras de uma série de processos nos organismos vivos, e não só do tipo de pêlo do cão, o que os torna relevantes para doenças de cães e humanos. “Os cães partilham muitas doenças e outras características com os humanos”, sendo muito usados há décadas em testes farmacêuticos e médico-fisiológico-bioquímicos, referiu Lark. “Não é por isso surpreendente”, acrescentou, “que partilhem grande parte do seu genoma como o dos humanos”. Projeto Georgie Gordon Clark Por outro lado, segundo o cientista, a manipulação de um cão para atingir determinado objetivo pode torná-lo mais vulnerável ao cancro, a desordens imunológicas e a outras doenças do envelhecimento, reduzindo-lhe a esperança de vida. Na sua perspectiva, o estudo abre pistas sobre como os principais genes reguladores interagem com outros genes para alterar o funcionamento de um animal, podendo eventualmente comprometer a sua longevidade ou funcionamento à medida que envelhece. Gordon Lark desenvolve há anos uma investigação a longo prazo sobre genética canina, conhecida como Projeto Georgie, nome de um cão-de-água português abandonado que adoptou em 1986. Georgie morreu dez anos depois e, quando o investigador procurava um substituto, um criador enviou-lhe o Mopsa, agora com 13 anos, que o levou a estudar a genética da raça. Cães de água portugueses têm clube na América Lark e Chase descobriram que o cão-de-água português é a raça ideal para a investigação genética porque todos estes animais descendem de um pequeno grupo de “fundadores” e podem por isso ajudar a encontrar os genes responsáveis por características complexas, incluindo doenças humanas causadas por interações múltiplas de genes. A raça (que tem um clube na América) ganhou notoriedade no princípio do ano quando o presidente dos EUA, Barack Obama, cumpriu a promessa que tinha feito às filhas e lhes deu o Bo, um cão-de-água português que lhe fora oferecido pelo falecido senador Edward Kennedy. “Como apoiante de Obama, alegra-me que tenha um bom cão”, diz Lark, realçando que o líder norte-americano “tem bom gosto”. http://www.georgieproject.com/ The Georgie Project georgieproject@bioscience.utah.edu University of Utah Department of Biology 257 South 1400 East, Rm. 201 Salt Lake City, UT 84112-0840 Toll Free Ph.: 866-578-5835 Ph.: 801-585-3137 FAX: 801-585-9735 http://www.pwdca.org/

Os cães sabem contar até cinco  -  Este é, pelo menos, o resultado de um estudo, apresentado no Canadá durante a conferência anual da Associação Psicológica Canadiana, sobre o que pensam os cães. Os dados foram disponibilizados durante a comunicação de um investigador da Universidade da Columbia Britânica, Stanley Coren, que é especialista em investigação canina. Mas não ficam por aqui, segundo o mesmo estudo, as habilidades mentais dos cães, já que a generalidade pode conhecer o significado de cerca de 150 palavras e os mais inteligentes podem mesmo atingir as 250 palavras. Segundo o investigador, os cães podem mesmo usar truques para enganar os donos, ou outros cães. Para desenvolver este estudo, Coren selecionou mais de 200 cães, de várias raças e de várias origens do Canadá e dos Estados Unidos, e os seus resultados apontam para que a inteligência dos cães possa ser similar ao de uma criança com cerca de dois anos e meio. O seu estudo serviu também para comparar a inteligência das raças que estudou, a partir de alguns critérios que estabeleceu – as inteligências instintiva, adaptativa e de trabalho e a obediência -, e a lista de raças que obteve ordenada e começando na mais inteligente, foi: border collie, poodle, pastor alemão, golden retrevier, dobermann, pastor de Shetland e labrador. Stanley Coren é um reputado investigador e já apresenta no seu currículo várias obras publicadas sobre os cães em geral e o seu comportamento, de onde se destacam os seguintes: The Left-hander Syndrome, Sleep Thieves, The Intelligence of Dogs, What Do Dogs Know?, Why We Love the Dogs We Do, How To Speak Dog, How Dogs Think : Understanding the Canine Mind, The Pawprints of History: Dogs and the Course of Human

Mau hábito do dono ‘afeta saúde de animal de estimação’ 

Biscoitos e doce não são a melhor forma de alimentar os bichos, diz PDSA

O estilo de vida pouco saudável de muitos britânicos está causando danos a seus animais de estimação, com um número cada vez maior sofrendo de doenças cardíacas e diabetes, afirma um estudo.

Os animais que vivem na Escócia e no País de Gales são os que sofrem maior risco de ter uma saúde precária, de acordo com a ONG PDSA, que vela pela saúde dos animais de estimação.

A entidade fez um levantamento sobre os riscos para a saúde dos animais ao analisar os tratamentos prestados a 45 mil gatos e cachorros atendidos por ela.

“Os donos deveriam pensar duas vezes antes de compartilhar biscoitos e doces com seus bichinhos”, alertou a PDSA.

Hábitos alimentares

Os animais que vivem em Londres ficaram em quarto lugar no ranking de risco para doenças cardíacas e diabetes, o que, segundo a entidade, pode ser atribuído a estilos de vida intensos, aos perigos do trânsito e à falta de espaços verdes.

As duas enfermidades estão relacionadas à maus hábitos alimentares e à carência de exercícios.

“Nós tratamos os bichinhos como membros de nossa família, então é inevitável que nossos hábitos alimentares e opções de exercício físico tenham um impacto na saúde e bem-estar deles também”, afirmou a entidade.

Os animais de estimação mais saudáveis vivem no noroeste da Grã-Bretanha.

Outra conclusão da PDSA é que o risco dos animais de estimação sofrerem de coração é seis vezes maior do que o de desenvolverem diabetes, e a enfermidade é duas vezes mais comum entre cachorros do que entre os gatos.

Cão herói de guerra ganha estátua na Escócia

 

 
A estátua foi inaugurada pelo príncipe Andrew

 

 

 

A estátua de um cachorro que se tornou um mascote das marinhas britânica e norueguesa durante a Segunda Guerra Mundial foi inaugurada na Escócia nesta manhã.

Oficiais da Noruega e Grã-Bretanha compareceram à cerimônia, na cidade costeira de Montrose, para homenagear Bamse, um cão do tipo São Bernardo.

O cachorro, morto há mais de 60 anos, já havia sido honrado com uma medalha equivalente, no mundo animal, à prestigiosa George Cross.

A nova honraria, um memorial avaliado em quase US$ 100 mil, foi inaugurada pelo príncipe Andrew diante de centenas de pessoas.

Bamse, um tripulante a bordo do caça-minas norueguês Thorudd, tornou-se um herói durante a guerra, quando a embarcação ficou baseada em Montrose e Dundee.

Entre seus feitos lendários estão o salvamento de um jovem tenente atacado por um homem com uma faca e o resgate de um marinheiro que caiu no mar.

O oficial da marinha britânica Charles Stevenson e uma delegação da marinha norueguesa participaram do evento.

Durante a cerimônia, alunos de escolas da cidade balançaram bandeiras escocesas e norueguesas ao som de música tradicional escocesa.

Bamse era adorado por marinheiros e moradores de Montrose, onde foi enterrado em 1944.

A estátua foi criada pelo artista escocês Allan Herriot com dinheiro arrecadado pela organização beneficente Montrose Bamse Project, fundada para promover a história do cachorro herói que salvou vidas.

Comentando o evento desta manhã, o diretor do projeto, Henny King, disse: “Foi uma cerimônia colorida e cheia de emoção para celebrar a vida de um cachorro lendário que permanece nos corações do povo de Montrose”.

Holanda lança cerveja para cachorros 

Uma pequena empresa na Holanda lançou uma cerveja para cachorros.

Kwispelbier, divulgada como “uma cerveja para o seu melhor amigo”, é feita de um extrato especial de carne e malte.

A bebida foi criada pela dona de loja de animais Gerrie Berendsen, que queria que seu animal de estimação pudesse compartilhar de um refresco no final de uma atividade conjunta.

A cerveja é não-alcoólica e é apta para o consumo humano. Mas ela custa quatro vezes mais do que uma Heineken.

“Kwispel” é holandês para “abanar o rabo”.

Berendsen, que vive em Zelhem, no leste do país, encomendou a cerveja em uma pequena cervejaria local chamada Schelde.

“Uma vez por ano vamos à Áustria caçar com nossos cães, e, no final do dia ficamos na varanda bebendo cerveja. Achamos que o nosso cachorro também merecia uma”, disse Berendsen à agência de notícias Associated Press.

 

Britânicos lançam remédio para obesidade em cães O labrador Rusty chegou a pesar quase 70 kg O primeiro remédio para o emagrecimento de cães foi lançado na Grã-Bretanha nesta quinta-feira. O Yarvitan deve ser usado como parte de um tratamento de oito semanas. Os fabricantes do remédio afirmam que, durante este período, o Yarvitan poderá ajudar cachorros a perderem entre 8% e 10% de seu peso. O veterinário britânico Grant Petrie afirmou que a obesidade é um problema para entre 20% e 40% da população de cães domésticos. “Se os donos soubessem que cães obesos morrem até dois anos antes do que os normais, as pessoas iriam pensar sobre o assunto”, acrescentou. Sofrimento Petrie afirma que as razões mais comuns para a obesidade nos cães são a falta de exercícios e a alimentação inadequada. O remédio Yarvitan bloqueia a absorção de gorduras pela corrente sangüínea do cão, sem impedir a absorção de nutrientes vitais. Em janeiro, os irmãos David e Derek Benton, do condado de Cambridgeshire (centro-sul da Inglaterra), foram condenados por causar sofrimento desnecessário ao seu labrador, Rusty, que chegou a pesar quase 70 kg.

ASSOCIAÇÃO CÃO GUIA DE CEGO
Lucília A. Grimaldi (presidente)
Rua Lavradio, 74 – apt 31B – CEP 01154-000
e-mail: sparisi@yahome.com.br (assunto: CÃO-GUIA, as mensagens serão encaminhadas à Associação)
São Paulo – SP  – telefone: (011) 3667-0288

SAMBUCAN ASSESSORIA CANINA INTEGRAL
Site bem interessante que aborta o tema, endereço: http://www.sambucan.com.br

 

Estados Unidos

*Eye Dog Foundations for the Blind, Inc.
Contact Information
Headquarters 211 S. Montclair St. Bakersfield, CA 93309-3165
Voice: 661-831-1333 Toll Free 800-393-3641
Fax: 661-831-0681
E-MAIL: eyedog@lightspeed.net
Training Center 8252 S. 15th Ave. Phoenix, AZ 85041-7806
Voice: 602-276-0051
Fax: 602-276-1046
E-MAIL: eyedogaz@uswest.net

Guide Dogs for the Blind, Inc.
P.O. Box 151200, 350 Los Ranchitos Road
San Rafael, CA 94915-1200
415-499-4000
800-295-4050
Monday-Friday, 9-5

Fidelco Guide Dog Foundation
P.O. Box 142, Bloomfield, CT 06002
Tel: 860-243-5200, 203-243-7215

Southeastern Guide Dogs, Inc.
4210 — 77th East Street, Palmetto, FL 34221
Tel: 941-729-5665

Eye of the Pacific Guide Dog and Mobility Services, Inc.
747 Amana Street, #407, Honolulu, HI 96814
Tel: 808-941-1088

*NEADS (New England Assistance Dog Service)
P. O. Box 213, West Boylston, MA 01583
Tel: 508-835-3304

Leader Dogs for the Blind
1039 South Rochester Road, Rochester, MI 48307-3115 – Tel: 810-651-9011

*The Seeing Eye, Inc.
P. O. Box 375, Morristown, NJ 07963-0375 – Tel: 201-539-4425

*Guide Dog Foundation for the Blind, Inc.
371 E. Jericho Turnpike, Smithtown, NY 11787-2976
Tel: 516-265-2121, 800-548-4337

Guiding Eyes for the Blind, Inc.
611 Granite Springs Road, Yorktown Heights, NY 10598
Tel: 914-245-4024, 800-942-0149

Pilot Dogs, Inc.
625 West Town Street, Columbus, OH 43215
Tel: 614-221-6367

*Israel Guide Dog Center For The Blind
701 Easton Road, Warrington, PA 18976
Tel: 215-343-0373

Fora dos Estados Unidos

Lions Foundation of Canada
Canine Vision Canada
P. O. Box 907, 152 Wilson Street, Oakville, Ontario L6J 5E8, Canada
Tel: 905-842-2891

Guide Dogs for the Blind
Medico Pedagogical Institute of Parons
3 Rue Eugene Dorlet, 77170 Coubert, França
Tel: (33-1) 64-06-7382

National Service Lions Guide Dogs for the Blind
Servizio Nazionale Lions Cani Guida Per Ciechi
Viale Romagna, 48, 20133 Milão, Itália
Tel: 39-2-706-03259

Tokyo Dog Guide Association
1-136 Sekimachm Merimaku, Tóquio, Japão

Lions Leader Dog School
Knut Relbo, Wallegaten 11, Oslo/Slemkal, Noruega
Fax: (02) 27-92-50

 

 

Transporte de Animais

OBTENÇÃO DE ATESTADOS

Relacionamos abaixo o procedimento e locais que o interessado deverá contatar para a obtenção de visto para o Transporte de Animais.

Cães e gatos

Obter no veterinário ou clínica particular, os seguintes documentos:

  • Atestado de vacina anti-rábica (somente para animais com mais de 5 meses de idade) que deverá conter os seguintes dados:

    Nome do laboratório produtor da vacina;
    Tipo de vacina utilizada;
    Partida da vacina.

Prazo

Para a obtenção do Certificado Zoossanitário Internacional ou Nacional o proprietário deverá providenciar o atestado de saúde de seu animal em até 8 dias antes do embarque. Este documento deverá ser enviado aos departamentos abaixo indicados:

OBSERVAÇÃO

Esta vacina deverá ter sido aplicada há à mais de 30 dias e menos de um ano.

São Paulo

Ministério da Agricultura – Serviço de Sanidade Animal
Rua 13 de Maio, 1558 – 3º andar Tels.: (11) 251-0400/5742 Fax: (11) 284-6944
Atendimento: 14:00/17:00 h.
Aeroporto de Guarulhos – Setor Ministério da Agricultura – Serviço de Sanidade de Animal – Telefax: (11) 6445-2800
Atendimento: Diariamente das 08:00 às 12:00 hs e das 14:00 às 18:00 hs h. Inclusive, sábados, domingos e feriados.

Rio de Janeiro

Procedimento de trânsito, no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro, para embarque e desembarque de cães e gatos:
Obs.: Outros animais devem deverão possuir autorização prévia do Ministério da Agricultura.

Embarque:

Trânsito Doméstico – GTA Guia de Trânsito Animal
Emitido por Médicos Veterinários particulares, credenciados pelo Ministério da Agricultura e do Abastecimento, listagem à disposição no VIGIAGRO Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro.
Para sua emissão faz-se necessário:

  1. Exame do animal pelo por um Médico Veterinário credenciado, que emitirá o documento;
  2. Apresentação do comprovante de vacinação anti-rábica (obrigatória para animais com mais de 3 meses de idade e ter sido aplicada há  à mais de 20 dias e menos de 1 ano), assinado por um Médico Veterinário. Dados obrigatórios do comprovante de vacinação: etiqueta da vacina constando o laboratório produtor, o tipo e o número da partida.
  3. Validade do GTA: 03 (três) dias para todo o território nacional.

Para sua emissão faz-se necessário:

  1. Atestado de Saúde, emitido por um Médico Veterinário, com no máximo com (03) dias de antecedência da data de emissão do CZI.
  2. Apresentação do comprovante de vacinação anti-rábica (obrigatória para animais com mais de 3 meses de idade e tTer sido aplicada há mais de 20 dias e menos de 1 ano), assinado por um Médico Veterinário. Dados obrigatórios do comprovante de vacinação: etiqueta da vacina constando o laboratório produtor, o tipo e numero da partida.

Validade CZI: 10 (dez) dias para embarque internacional.

Trânsito Internacional – CZI Certificado Zoossanitário Internacional

Emitido pelo Ministério da Agricultura, gratuitamente, no Aeroporto Inter. dDo Rio de Janeiro, no horário de 08:00 às 17:00, de 2ª à 6ª, na sala 1019 – 1º and. – Setor Verde – Desembarque Doméstico.

Desembarque:

Trânsito Doméstico:

  1. Portar Guia de Trânsito Animal GTA
  2. Portar comprovante de vacinação anti-rábica (obrigatória para animais com mais de 3 meses de idade e tTer sido aplicada à há mais de 20 dias e menos de 1 ano), assinado por um Médico Veterinário. Dados obrigatórios na carteira de vacinação: etiqueta da vacina constando o laboratório produtor, o tipo e o número da partida.
  3. Validade do GTA: 03 (três) dias para todo o território nacional.

Trânsito Internacional:

  1. Portar Certificado Zoossanitário o Internacional, emitido por um Médico Veterinário Oficial do Ministério da Agricultura do paíis de origem.
  2. Portar comprovante de vacinação anti-rábica (obrigatório para animais com mais de 3 meses de idade e tTer sido aplicada à há mais de 20 dias e menos de 1 ano)

OBSERVAÇÕES:

  1. OS DOCUMENTOS EXIGIDOS PARA O TRÂNSITO INTERNACIONAL DEVERÃO SER APRESENTADOS JUNTO COM O ANIMAL, AOS MÉDICOS VETERINÁRIOS DO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, NAS SALAS DO VIGIAGRO NO SETOR AZUL E VERMELHO DA ÁREA ALFÂANDEGA, PARA VISTORIA E POSTERIOR EMISSÃO DE TERMO DE LIBERAÇÃO PARA A ALFÂNDEGA.
  2. NA FALTA DE QUALQUER UM DOS DOCUMENTOS EXIGIDOS PARA O TRÂNSITO INTERNACIONAL, O ANIMAL SERÁ DEVOLVIDO À ORIGEM SOB RESPONSABILIDADE DA COMPANHIA AÉREA TRANSPORTADORA.

Vigiagro Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro
TPS 1 Setor Verde 0 sala 1019 – 1º andar – desembarque doméstico
Tel.: 398-3169/3773 – Fax: 393-8099

Animais de Fauna ou Silvestre

(Pássaros, macacos, etc.)

Obtenção de informações preliminares do Serviço de Sanidade Animal nos endereços acima.

Condições de trabalho:

Deverá Deverão ser obtidas informações diretamente junto à empresa transportadora, aérea, marítima ou rodoviária

Donos podem ajudar cães que têm medo de barulho

A casa está silenciosa e, de repente, ouve-se o estrondo de um rojão na rua. O cachorro passa correndo pela sala e se enfia, tremendo, debaixo do sofá.

Para quem tem cães, a cena acima costuma ser freqüente em dias de jogos de futebol, de chuva com trovões e de celebrações como Réveillon, por exemplo. “É um problema bem comum e pode acarretar outras situações indesejáveis, como fuga ou acidentes”, diz Tânia Parra Fernandes, professora da faculdade de medicina veterinária da Universidade Metodista de São Paulo.

O maior risco, segundo ela, é que, na tentativa de se esconder, os bichinhos batam em vidraças ou armários e acabem se machucando.

Nem todos têm medo. Entre os que têm, segundo Tânia, a causa pode estar em algum acidente que sofreram quando eram pequenos.

“O trauma pode ter sido de um barulho forte que ouviram quando eram filhotes, como cheirarem uma pilha de garrafas que caiu ou estar dormindo debaixo de um carro e alguém ligar o motor. Isso marca o animal”, diz. “O surto pode vir do fato de o animal ter uma audição mais amplificada que a nossa. O som fica mais agudo e incomoda”, completa Neimar Roncati, coordenador de medicina veterinária da Universidade Anhembi Morumbi.

A dica é manter os cãezinhos em locais seguros e oferecer espaços onde eles possam se esconder para que se sintam protegidos. Um conselho importante é tentar condicionar o barulho a uma coisa boa. Ficar com o cachorro no colo, brincar e mostrar que aquela não é uma situação ruim é interessante para que ele a associe a algo tranqüilo. “Por verem as crianças da casa gritando com o jogo de futebol, eles ficam em alerta, acham que o grupo está em perigo. O dono deve mostrar que não está acontecendo nada”, orienta Roncati.

Para abafar o ruído, o algodão no ouvido pode ser uma alternativa, mas é importante que o dono saiba colocá-lo no bicho. “Um profissional deve mostrar como porque o animal pode ter lesões”, diz Roncati. Godot, o boxer da analista de comunicação Luciana Teixeiras, 28 anos, costuma ficar fora de casa. Quando escuta barulhos, arranha a porta, late desesperado e não sossega até que permitam que ele entre. “Ele fica encostado e se acalma. Como fica tremendo, sempre permitimos que entre”, diz ela.

Como ajudar

- Aumente o som de alguma música de modo que se sobreponha ao ruído.
- Exponha o animal ao barulho aos poucos e com segurança. Reúna os amigos, ligue o rádio. Deixe o bicho adaptado a um pouco de “bagunça”.
- Se o animal tem muito medo, é bom ficar com ele em dias críticos como final de Copa do Mundo e Réveillon.
- Procure não deixar o animal sozinho, mas, se não tiver ninguém em casa, deixe-o em um local arejado, com água e comida. O ideal é que ele fique em um lugar onde possa se sentir seguro, de preferência dentro de casa.
- Feche portas e janelas para evitar fugas e acidentes.
- Retire do ambiente em que o cão fica qualquer objeto pontiagudo ou de vidro que possa machucá-lo.
- Procurar um veterinário que receite calmantes alternativos, como acupuntura e homeopatia, pode ser uma boa opção.

Fontes: Tânia Parra Fernandes, professora da Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade Metodista de São Paulo; Neimar Roncati, coordenador de medicina veterinária da Anhembi Morumbi; e Cristiane deToledo Kulcsar, médica veterinária.

Petiscos podem provocar obesidade canina; veja os diferentes tipos

Experimente mostrar um bifinho ou um biscoito para o seu cão e observe a festa que ele faz. Tanta alegria pode ter um preço alto, já que os saborosos petiscos têm grande valor calórico, engordam e podem provocar problemas, como diabetes e colesterol alto.

O conselho dos veterinários é basear a dieta na ração e não oferecer as guloseimas –mesmo aquelas feitas especialmente para eles com freqüência.

“Um biscoito de tamanho médio tem cem calorias. Um cachorro pequeno precisa entre 300 e 400 calorias por dia para manter o peso adequado. Ou seja, o biscoito representa 25% do que deve ser ingerido”, afirma Márcia Jericó, coordenadora do hospital veterinário da Universidade Anhembi Morumbi.

Um engano é o proprietário pensar que o cachorro vai ficar feliz com o agrado. “Presença e atenção do dono fariam melhor efeito”, afirma Eduardo Fava Schmidt, veterinário do Hospital Veterinário Rebouças.

Os biscoitinhos e afins podem ser recompensa por bom comportamento, mas não devem ser dados diariamente. O ideal é que sejam oferecidos, no máximo, quatro vezes por semana, em momentos especiais. “É parte de um projeto educativo, como se fosse um prêmio”, completa Márcia.

Como os petiscos são enriquecidos com gordura, açúcar e sal, não são muito nutritivos. Seu consumo gera energia, mas os animais que já têm uma alimentação adequada não precisam disso, e tudo acaba transformado em gordura. O que ocasiona dor nas costas e problemas graves como diabetes, colesterol alto e triglicérides, explicam os veterinários.

O problema é que os animais tendem a preferir os petiscos e acabam deixando de lado a comida saudável. “No lugar de chocolates e bifinhos, dê carinho. A guloseima faz mal ao animal”, alerta Schmidt. Outro costume inadequado é premiar o bicho com a comida da casa. “Acrescentar qualquer tipo de alimento à ração vai desequilibrar a dieta. É um hábito desnecessário”, diz o veterinário. As latas e os sachês de ração úmida, que tende a ser mais palatável, também não devem ser oferecidos com freqüência.

Tipos de guloseimas para cães

Bifinhos
São feitos de carne desfiada e salgada e podem ter sabor de peito de peru, bacon, frango e carne. São macios e têm vitaminas

Ossinhos de couro de porco
Não são aromatizados e não há acréscimo de calorias. Indicados para filhotes, que brincam mordendo os ossinhos

Chiclete
Feitos com couro bovino e flexíveis. Aromatizados com carne, menta, morango ou bacon, eles são macios, para que os animais mordam e puxem, como um chiclete

Chocolates
São ossinhos de couro de porco com cheiro de chocolate. Há também os de menta, morango, baunilha, entre outros sabores. Alguns são indicados para animais com mau hálito

Biscoitos
São feitos de leite, farinha de trigo, proteínas, vitaminas e cálcio. Podem ter sabor de espinafre, cenoura ou fígado, por exemplo

Pastas de carne
Podem ser acrescentadas à ração para dar sabor e vêm em sachês ou latas

Quando dar guloseimas ao seu animal

- Como prêmio por algum feito ou bom comportamento
- Como parte de um processo educativo
* Mesmo nessas condições, não é recomendado dar guloseimas mais de quatro vezes por semana

Guloseimas em excesso podem provocar

- Excesso de peso
- Acúmulo de gordura no fígado
- Diabetes
- Colesterol alto
- Hipertensão
- Excesso de gordura no sangue

São proibidas para os animais

- Obesos
- Com doenças cardíacas
- Com doenças nos rins
- Com problemas hepáticos

Fontes: Márcia Jericó, coordenadora do Hospital Veterinário da Anhembi Morumbi, Eduardo Fava Schmidt, veterinário do Hospital Rebouças e Amarílis Pianelli, veterinária